Conforme apresenta o CEO Lucio Fernandes Winck, desde seus primeiros clássicos desenhados à mão até as produções em CGI de última geração, a Disney sempre esteve na vanguarda da animação. A empresa não apenas acompanhou os avanços tecnológicos, mas também definiu tendências que moldaram a indústria cinematográfica. Essa evolução permitiu a criação de histórias cada vez mais imersivas, detalhadas e realistas, sem perder a essência mágica que conquistou gerações.
Mas como essa transformação aconteceu? Quais foram os momentos decisivos que marcaram essa jornada? Neste texto, vamos explorar a evolução da animação da Disney e os marcos tecnológicos que revolucionaram a forma como suas histórias são contadas.
Como os clássicos desenhados à mão definiram o padrão da animação?
O primeiro longa-metragem animado da Disney, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), foi um divisor de águas no cinema. Criado inteiramente à mão, com técnicas inovadoras como o uso do rotoscópio e camadas de vidro no Multiplane Camera, o filme trouxe um nível de profundidade e fluidez de movimento sem precedentes. O sucesso abriu caminho para outros clássicos, como “Cinderela” (1950) e “A Bela Adormecida” (1959), que elevaram o nível artístico e narrativo da animação.
Durante décadas, a Disney refinou sua técnica tradicional, aprimorando o design dos personagens e os cenários detalhados. Filmes como “O Rei Leão” (1994) e “A Pequena Sereia” (1989) mostraram o auge da animação 2D, combinando cores vibrantes, movimentos fluidos e trilhas sonoras icônicas. No entanto, Lucio Fernandes Winck pontua que com o avanço da computação gráfica, a animação tradicional começou a dividir espaço com novas tecnologias.

Quando a Disney começou a investir em animação digital?
A transição para a animação digital começou na década de 1990, quando a Disney testou novas ferramentas em filmes como “A Bela e a Fera” (1991). A icônica cena do salão de baile foi um marco, combinando personagens desenhados à mão com um cenário tridimensional gerado por computador. Segundo Lucio Fernandes Winck, esse experimento abriu portas para um novo estilo de produção.
Todavia, foi a parceria com a Pixar que realmente impulsionou a Disney no mundo da computação gráfica. “Toy Story” (1995) foi o primeiro longa-metragem feito inteiramente em CGI, provando que a animação digital poderia ter o mesmo impacto emocional das obras tradicionais. Com o sucesso da Pixar, a Disney começou a investir cada vez mais nesse formato, culminando então na aquisição do estúdio em 2006.
Como as animações da Disney atingiram o realismo impressionante de hoje?
Com os avanços no CGI, a Disney conseguiu criar animações cada vez mais realistas e detalhadas. Filmes como “Frozen” (2013) e “Moana” (2016) demonstram o nível de sofisticação alcançado, com texturas refinadas, efeitos de luz e expressões faciais incrivelmente naturais. Além disso, o uso de inteligência artificial e técnicas como motion capture ajudaram a tornar os personagens mais vivos e emotivos.
Nos últimos anos, a Disney também apostou nos remakes live-action, que utilizam CGI avançado para recriar mundos e personagens icônicos. “O Rei Leão” (2019), por exemplo, foi totalmente gerado em computador, mas com um visual hiper-realista que imita a cinematografia tradicional. O CEO Lucio Fernandes Winck explica que essa evolução mostra como a Disney continua na vanguarda da tecnologia, sempre buscando novas formas de encantar o público.
Do passado ao futuro da animação
A jornada da Disney, do desenho à mão ao CGI de última geração, reflete a constante inovação da empresa na arte da animação. Desde os primeiros clássicos até os filmes hiper-realistas, a tecnologia foi essencial para expandir as possibilidades criativas sem perder a essência mágica que define suas produções. Ademais, Lucio Fernandes Winck ainda reforça que com o avanço contínuo da inteligência artificial e novas ferramentas de animação, o futuro promete ainda mais revoluções na forma de contar histórias.
Autor: Sherse Faxyria
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital